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Migração para S/4HANA:
o que realmente define o sucesso

Não é só tecnologia. É liderança, engajamento e um time jogando junto que fazem grandes migrações acontecerem.

Última atualização 29.abr.26

Grandes migrações não acontecem por acaso: o papel do time, da liderança e do engajamento na jornada para o S/4HANA

A migração do SAP ECC para o S/4HANA já deixou de ser uma discussão sobre se vai acontecer. Hoje, a pergunta real é: como fazer essa transformação acontecer da forma certa — e com sucesso?

A resposta, cada vez mais clara nas grandes organizações, vai muito além da tecnologia.

Projetos dessa magnitude não falham por falta de sistema. Eles falham — ou têm sucesso — por causa de pessoas, liderança e execução em conjunto.

E foi exatamente esse o ponto central de uma conversa que conduzimos recentemente no SAP House, em São Paulo.


Muito além da tecnologia: o que realmente define o sucesso

Ao longo dos últimos anos, vimos empresas estruturarem projetos sólidos, com boas ferramentas e parceiros experientes — e ainda assim enfrentarem desafios críticos na execução.

Por outro lado, também vimos grandes organizações conduzirem algumas das maiores migrações da América Latina com sucesso.

O que diferencia esses cenários?

Não é apenas o plano.
É a forma como o plano é executado.

Como foi reforçado no evento:

“Grandes conquistas não acontecem por acaso.”

Elas acontecem quando existe:

  • Alinhamento claro entre áreas de negócio e TI
  • Liderança ativa durante momentos de pressão
  • Engajamento contínuo de toda a organização
  • Um time que joga junto — incluindo parceiros

O que aprendemos com quem já passou por essa jornada

Durante o evento, tivemos a participação de executivos da Votorantim e da Eldorado Brasil, que compartilharam suas experiências em projetos de migração para o S/4HANA — reconhecidos entre os maiores da América Latina.

Sem entrar em detalhes técnicos, o ponto mais relevante não foi a tecnologia utilizada.

Foi a forma como essas organizações conduziram o processo.

Alguns aprendizados ficaram claros:

1. Projetos dessa escala não são de TI — são da empresa inteira

Um dos maiores riscos é tratar a migração como um projeto técnico.

Na prática, ela impacta processos, cultura, decisões e a forma como a empresa opera.

Por isso, o sucesso depende de:

  • Engajar áreas de negócio desde o início
  • Tornar o projeto relevante para além da TI
  • Garantir comunicação constante entre todas as frentes

2. Liderança faz diferença — especialmente sob pressão

Momentos críticos fazem parte de qualquer transformação.

Prazos, riscos operacionais, decisões complexas.

Nesses momentos, a liderança deixa de ser conceitual e passa a ser prática:

  • Direcionar com clareza
  • Manter o time alinhado
  • Tomar decisões mesmo sob incerteza

Durante o painel, essa conexão ficou ainda mais forte com a participação de Zetti, ex-goleiro campeão mundial, que trouxe uma perspectiva direta do esporte:

Estratégia aponta a direção. Quem faz acontecer é gente pronta para jogar.


3. Engajamento não acontece sozinho — ele é construído

Outro ponto recorrente foi a gestão da mudança.

Em projetos como esse, nem todos começam acreditando.

Resistência é natural.

O diferencial está em como a empresa trabalha isso:

  • Comunicação clara e contínua
  • Envolvimento ativo dos usuários
  • Preparação do time para a mudança

Como foi discutido no evento:

Nem todos entram em campo acreditando — o papel do líder é trazer todos para o mesmo objetivo.


4. O papel do parceiro: entregar não é o suficiente

Um ponto crítico levantado foi a diferença entre:

  • Um parceiro que executa
  • E um parceiro que atua como parte do time

Em projetos dessa complexidade, o parceiro precisa:

  • Entender o contexto do cliente
  • Antecipar riscos
  • Contribuir ativamente nas decisões
  • Trabalhar junto, e não apenas entregar

No fim, é sobre pessoas

Talvez o maior insight da discussão tenha sido o mais simples — e ao mesmo tempo o mais negligenciado.

No final, projetos não são sobre sistemas.

São sobre pessoas.

Como resumido no encerramento:

Não é sobre sistemas, metas ou processos.
É sobre quem entra em campo e escolhe fazer acontecer.


Um tema que não pode ser ignorado

A migração para o S/4HANA é uma jornada inevitável para empresas que buscam continuar relevantes, eficientes e preparadas para o futuro.

Mas o que diferencia quem apenas migra de quem realmente transforma é claro:

  • Um time engajado
  • Liderança presente
  • Execução em conjunto

E foi exatamente isso que exploramos no evento realizado pela Exed no SAP House — reunindo líderes de grandes organizações e diferentes perspectivas para discutir o que realmente faz esses projetos acontecerem.


Conclusão

Se existe um aprendizado comum entre empresas que tiveram sucesso nessa jornada, ele é direto:

Tecnologia é essencial.
Mas são as pessoas que definem o resultado.

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